Ontem foi dia de Feira da Ladra.

Ontem, tendo em conta que se tratava de um dia especial - o meu aniversário, decidi rumar a sítios que me fizessem feliz. Dizem os sábios que é isso que devemos fazer, certo?
Desta forma e como ainda estou a ressacar do "Último Cabalista de Lisboa", livro que não quero abandonar nem à lei da bala, rumei ao miradouro das portas do Sol, indo desembocar ali na Graça ( junto à Igreja da Graça e antigo convento - aprendi isto no livro) para depois, a pé, percorrer (em excelente companhia)  ruelas em mais uma (re)descoberta do roteiro de Berequias Zarco.
Sem querer fui parar à feira da ladra - sítio que por sinal já me tinha lembrado de visitar dado que se realiza à 3ª feira e é sempre bom ir lá à 3ª feira. Parece-me sempre (mais) genuíno.
Fruto da minha mais recente obsessão todas as pessoas me parecem um bocadinho medievais e fico muito, muito tempo a olhar para as casas, casinhas, recuperadas que parecem mesmo não ter sido tocadas pelo tempo.
Convenço-me sempre que Lisboa é a cidade mais bonita do mundo - e para isso não é preciso muito.



Acabei por ir beber um café a uma esplanada mesmo no coração da feira da Ladra e lá, entre "estranjas" e "tugas" típicos apanhei alguns para o meu caderninho!
Um casal de japoneses irrequietos ( que não têm mesmo nada de medieval, mas eram giros!) e um senhor, já de idade avançada, que descansava por entre raios de sol.


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