"Fazer café magnífico não é apenas uma facilidade ao alcance de qualquer um: é uma obrigação" Por Miguel Esteves Cardoso


Leram no Público, aliás no Fugas deste Domingo?
Quem não leu, e gosta de café, devia ler :)
À custa deste senhor andei ontem pela torrefacção da Brasileira (ali na rua do Salitre) onde comprei dois pacotes, um de arábica e outro robusta - que o MEC não aconselha mas que é tão bom, tão bom ( o senhor foi uma simpatia e deu-me a provar- um café "limpinho" em que a única subtileza é o sabor encorpado).  Explicou-me tudo, que o Arábica é mais aguado e que o robusta é o mais encorpado e que ( o MEC também fala disto) não é o robusta que faz mau café mas sim as misturas manhosas que são feitas hoje em dia para ganhar uma margem de lucro com o consumidor.

Fui também ao Chiado, à Casa Pereira onde, não só encontrei um moinho manual - que ficou na minha wish list,  mas também umas geleias (assim meio gomas mas versão saudável) que a minha Mãe comprava sempre que íamos às compras aos "Dezassete" - uma extinta loja nos Armazéns Chiado.
Fiquei feliz com tudo: o passeio, o café, o moinho para o café e em especial com as gomas que sabem a infância!

Adoro o meu café. O primeiro café da manhã é assim como uma espécie de botão on, uma epifania que nos acorda, liga o cérebro e nos ajuda a apreender o grandioso que temos pela frente: o nosso dia!

a minha "expresso Love" comprada em Legnano (a terra do Salieri) já bem queimadinha ...  por vezes, esqueço-me dela ao lume!


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