Andava cavande mas o raie da besaranha na me largava da mão



"Sai daí Luís, tu na vêz que tás-ma patiar u chã tode?"


Chegados ao Algarve é necessário um esforço.
Como é um sítio de família há que sair da zona de conforto e procurar o novo naquilo que já nos é habitual.

Us moces maldeçoades forem ôtra véz tomar banhe pó tãinque’

É um exercício que se torna um desafio.
Se bem que o meu Algarve não é o Algarve do turismo desenfreado, dos turistas bêdados ou das praias cheias.
O meu Algarve é das alfarrobeiras, do campo, de messines. Do barulho quente das cigarras que enche o espaço à nossa volta.  






Ó moço, atã tu-nouves é’chamar per ti?

Igreja de Messines. Aqui conheci um senhor interessantíssimo. Também ele adepto do urban sketching.

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