O diário gráfico das férias ou o Livro da Violeta #1





Estas férias foram diferentes de todas as outras que já tive na vida.
Foram as primeiras férias com a minha bebé que, por coincidência, fazia um ano.
Por ser pequenina, por quereremos comemorar com a família esta efeméride, por mil e um outros motivos as férias seriam em sítios que já conhecemos - à partida sem mistério nenhum.
Parti, portanto, com uma alegria inigualável mas também com a sensação, enquanto desenhadora, que nada de novo havia de brotar no meu diário gráfico.

Como a vida é engraçada e sempre pronta a surpreender-nos nada mais oposto poderia ter acontecido.

[Desenho, numa base regular e conscenciosa há coisa de 4 anos, apenas. Sou a orgulhosa guardiã de uma caixa cheia de diários gráficos.Todos têm um denominador comum - estão incompletos.]

Pois muito bem, como dizia, parti nestas férias, no que respeita ao desenho, com desânimo nos alforges pois um desenhador quer é viagens, quer é novidade para descobrir e se perder na auscultação do pormenor que tenta passar para o caderno. numa busca ávida de captar o presente.


 Com muito orgulho, posso dizer que, pela primeira vez, nestes quatro anos desenhei, escrevinhei um diário gráfico de fio a pavio. E que, por altura do aniversário da minha mais-que-tudo decidi que seria este o seu presente, pois queria dar-lhe uma coisa única, irrepetível.

Tinha planos rocambolescos de lhe desenhar um caderno novo, cheio de animais, com uma história e depois parei. Pensei.

Espera esta é a melhor história. a história das suas primeiras férias.
Com estes pais que tanto a adoram.

Assim, irei deixando por aqui partes da história do Diário gráfico que se tornou o  Livro da (para a) Violeta.

Boa Viagem! 
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